A sexualidade por si só é um tabu na nossa sociedade, mas aliada à dor crónica ainda pior.
Queremos desmistificar a problemática da dor crónica e para isso é necessário abranger os mais diversos temas.
E este é um deles.
Se alguma parte do corpo doí, independentemente de se ser homem ou mulher, o sexo é obrigado a sofrer. Na medida em que sua vida sexual é afectada depende do grau da dor.

A boa notícia é que a dor não precisa de ser o fim de uma vida sexual satisfatória e gratificante. Na verdade, a pesquisa sugere que a actividade sexual, quando confortável, é muitas vezes seguida de várias horas de alívio da dor.
A interveniente deste workshop foi a Psicóloga Daniela Queirós.

Workshop- A sexualidade e a dor crónica

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